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História

UM HAPPY HOUR ENTRE O RITO ESCOCÊS E O RITO DE YORK

Imagine só:

“O Rito Escocês e o Rito de York estão participando de um Seminário Maçônico no Brasil. Após o término do primeiro dia do seminário, eles combinam um happy hour em um bar tradicional do Rio de Janeiro…”
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E saiba tudo sobre esse encontro histórico e descontraído dos dois maiores ritos maçônicos do mundo. 

Você também poderá acessar o artigo no site do Real Arco.

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Discussão

16 Respostas para “UM HAPPY HOUR ENTRE O RITO ESCOCÊS E O RITO DE YORK”

  1. Show de bola!!!

    Os irmãos vão aprendendo se divertindo.
    Mais uma vez nossos parabéns!

    TFA

    Enviado por Rafhael Guimarães | 15 de março de 2012, 13:05
  2. Há muitos valores despontando na Maçonaria brasileira. Kennyo Ismail certamente é um deles! Manos, Maçonaria é alegria ou não vale a pena. O trabalho do Kennyo é pura criatividade e humor, explica sem ofender, esclarece sem partidarismo. Precisamos de mais Kennyos e menos donos da verdade, já que ela não se tampa com peneira…

    Kennyo Ismail – Depois de um elogio desses e vindo do professor que veio, confesso que fica até difícil de escrever… Mano JG, espero um dia ser realmente digno de suas generosas palavras.

    Enviado por João Guilherme | 26 de março de 2012, 13:41
  3. Muito bom!
    Mano Kennyo, um trabalho digno de elogios. Há de facilitar a compreensão de muitos e estimulá-los ao estudo. Parabéns!
    Fraternalmente,
    Feitosa.

    Enviado por Feitosa | 28 de março de 2012, 1:13
  4. Parabéns meu Ir.’. somente um homem iluminado como você, poderia colocar tantas palavras maravilhosas e assuntos tão valorosos. Fico feliz em saber que a IIr.’. como você, vc é um orgulho para a maçonaria como um todo, ter você como uma das colunas principais para nós, é um previlégio. Continue assim, brilhante como o sol, e radie sim sua luz, seus conhecimentos para todos. Muitos são os chamados mas vc foi o escolhido.
    Sucesso meu Ir.’.
    (cometas passam, estrelas ficam.) e vc é uma estrela maior

    TFA
    Luis Carlos Simões
    ARLS Acácia do Itaim Pulista 3562

    Kennyo Ismail – Meu Ir.´. Luis Carlos, obrigado pelas palavras de apoio e incentivo. TFA.

    Enviado por Luis Carlos Simões | 8 de abril de 2012, 21:19
  5. Fantástico. Eu que estou começando, achei deveras didático.

    Enviado por Rogério Rogbitt | 30 de novembro de 2012, 10:08
  6. gostei muito deste trabalho meio ilario pela confusão de nacionalidade, mas muito instrutiva para um leigo

    Enviado por Rosivaldo Pereira Maciel | 18 de abril de 2013, 22:45
  7. COM OS MEUS 30 ANOS DE ORDEM GRAU 33, MAÇOM EMÉRITO E DIANTE DESSE TRABALHO SÓ POSSO DIZER QUE ***SÓ SEI QUE NADA SEI!!!!!!!!!!!!!!***
    T.'. e F.'.A.'.

    VALTER ROCHA.'.
    (eterno aprendiz)

    Enviado por Valter B F Rocha | 23 de agosto de 2013, 21:10
  8. Muito bem escrito, parabéns pelo artigo!

    Enviado por João Alexandre Voss | 21 de outubro de 2013, 19:57
  9. sim
    lindissimos cometários meu irmão

    Enviado por Antonio Eduardo | 11 de abril de 2014, 12:20
  10. Não há como não louvar a fantástica e peculiar didática do texto! Confesso que me esclareceu detalhes que somente uma percepção lúdica como essa poderia fazer! Parabéns, e obrigado! T.'.F.'.A.'.

    Enviado por Ricardo Vieira | 13 de abril de 2014, 5:44
  11. Excelente!!
    Parabens Irmão!!

    Enviado por Carlos de Oliveira | 21 de novembro de 2014, 22:04
  12. Que texto fantástico! Melhor texto para ensinar os maçons sobre o rito de York e de REAA, fantástico mesmo

    Enviado por Victor De Sicco | 26 de março de 2015, 13:22
  13. Mano Kennyo, você tem uma opinião formado do porquê o GOB não adota o rito de York? TFA

    Kennyo Ismail – Tenho. =D

    Enviado por Henri Marques | 24 de novembro de 2015, 20:51
  14. Saudações Mano Kennyo!
    Tenho duas dúvidas:
    1- Que proximidade foi essa com Ku Klux Klan?
    2- Enxertos, remendos, plasticas e as constantes mundanas no Ritual só acontecem com o REAA? O York por exemplo segue um padrão internacional?
    TFA
    MÁRCIO.’.

    Kennyo Ismail – Mano Márcio, muitas publicações alimentaram boatos de que Albert Pike foi fundador, líder, membro ou simpatizante da KKK. No entanto, não há documentação que possa comprovar qualquer um desses boatos. Quanto a mudanças nos rituais, isso é mais comum nos ritos latinos, que evoluiram uns dos outros, recebendo diversas influências internas e externas, tornando, inclusive, difícil a tarefa de determinar um “pai” e uma “data de nascimento”, por exemplo. Já nos ritos anglosaxônicos, como York e Schroeder, essa tarefa é mais fácil, tornando possível o retorno ao original, sempre que necessário. TFA.

    Enviado por Márcio Martins.'. | 12 de dezembro de 2015, 9:45
  15. Genial!

    T.’.F.’.A.’.

    Enviado por Paulo Oliveira | 3 de abril de 2016, 7:38

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