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AS MULHERES NA MAÇONARIA

Maria Deraimes, iniciada em 1882
Não há aqui a intenção de imprimir opiniões favoráveis ou contrárias ao ingresso de mulheres na maçonaria. O objetivo é de compartilhar informações e colaborar com a reflexão sobre o tema.
Como se sabe, a maçonaria tida como regular é restrita a homens, não aceitando, em hipótese alguma, mulheres em suas colunas. Mas desde o surgimento dos movimentos igualitários e do feminismo, muitos são os questionamentos e críticas sobre a Maçonaria por essa restrição, considerada por muitos como conservadora e machista.
Nas últimas décadas, as Obediências têm apresentado diferentes justificativas para tal restrição. Sem entrar no mérito de cada uma, é importante conhecê-las, seja para defendê-las ou para criticá-las:
CUNHO HISTÓRICO
A maçonaria atual originou-se da maçonaria operativa, ou seja, dos pedreiros de ofício. Esses pedreiros eram, evidentemente, homens. Daí, em respeito às tradições e costumes do chamado “Antigo Ofício”, as Obediências mantém tal regra.
CUNHO SOCIAL
A maçonaria especulativa consolidou-se na Inglaterra, de onde surgiu a primeira Grande Loja Maçônica. As Lojas daquela época se reuniam, principalmente, no fundo de tabernas, as quais eram restritas a homens. A presença duma mulher de bem numa taberna era inaceitável e, consequentemente, nas Lojas também. Com o tempo, as Lojas criaram seus próprios espaços, mas a tradição permaneceu e foi formalizada nas Constituições de Anderson.  
CUNHO OCULTISTA
Existem Ordens Solares e Ordens Lunares. As Ordens Solares são voltadas aos homens, à razão, possuem juramentos e segredos, o Sol está presente no simbolismo, e são baseadas no compromisso.  As Ordens Lunares são voltadas às mulheres, à emoção, possuem menos hierarquia, a Lua está presente no simbolismo, e são baseadas na devoção. A maçonaria é tipicamente uma Ordem Solar. Por isso, o ingresso de mulheres seria incoerente.
CUNHO SEXUAL
A maçonaria é uma fraternidade, e uma fraternidade com reuniões que exigem concentração. O ingresso de mulheres poderia desviar a atenção de alguns maçons durante as reuniões, o que prejudicaria no bom andamento das mesmas. Além disso, a partir do momento em que um homem e uma mulher maçons tivessem uma relação sexual, a fraternidade entre eles estaria prejudicada.
CUNHO LEGAL
As normas de muitas instituições possuem cláusulas “pétreas”, que são cláusulas imutáveis. Isso ocorre em alguns artigos da Constituição brasileira, por exemplo, em que mesmo se todos os Deputados e todos os Senadores aprovassem por unanimidade uma mudança, mesmo assim esses artigos não poderiam ser modificados. Na maçonaria também é assim, possuindo seus “Landmarks”, imutáveis, mesmo se for o desejo da maioria dos maçons.
CUNHO MORAL
O maçom, quando ainda candidato, durante sua iniciação, presta um juramento de seguir os Landmarks maçônicos, os quais incluem o ingresso apenas de homens. Ele poderia se recusar a prestar tal juramento, e assim não ingressar na maçonaria. Mas, ao prestar o juramento e tornar-se maçom, ele assume o compromisso de observá-lo, mesmo que não concorde plenamente com o mesmo.
 
Essas são as justificativas mais comuns apresentadas e defendidas pelas Obediências Regulares e autores maçons. Há maçons que acreditam em uma dessas justificativas; outros que acreditam em mais de uma; e há ainda os que não acreditam em nenhuma, mas observam moralmente o compromisso assumido.
Todas essas justificativas são bastante coerentes, ao mesmo tempo em que sempre cabe questionamentos às mesmas. Afinal de contas, numa instituição como a maçonaria, pesquisadora da verdade, nada é indiscutível. Porém, há duas questões distintas:  a regra e o respeito à regra. Como maçons regulares, todos têm a liberdade de refletir, debater, questionar. Mas como maçons regulares, todos também têm o dever de, enquanto a lei existir, respeitá-la.
É interessante observarmos que instituições tradicionais e antes restritas a homens, como Rotary e Lions, abriram suas portas às mulheres. Para o Rotary, a decisão veio por força judicial em 1987. Já o Lions aprovou em sua Conferência Internacional a mudança estatutária no mesmo ano, permitindo o ingresso de mulheres.
No caso da Maçonaria, não existe uma autoridade internacional, pois cada Obediência é soberana em seu território. Até mesmo a Conferência Mundial das Grandes Lojas Regulares não possui autoridade sobre a legislação das Obediências participantes. O que se tem é um entendimento de muitas Obediências de que a Grande Loja Unida da Inglaterra, sendo a Obediência mais antiga do mundo, é a fiel guardiã das antigas tradições, e por isso muitas dessas Obediências seguem suas recomendações.
Sobre o tema da mulher na maçonaria, a Grande Loja Unida da Inglaterra se pronunciou em 1999 no sentido de que reconhece a existência da Maçonaria Feminina e de que essas instituições são “regulares na prática”, apesar de não serem “regulares na origem”. Assumiu também que, de tempos em tempos, tem realizado diálogos informais com as autoridades das Grandes Lojas Femininas da Inglaterra sobre assuntos de “interesse mútuo”. No mesmo comunicado, a Grande Loja Unida da Inglaterra se declarou contrária à Obediência Mista presente na Inglaterra, a Grande Loja Direitos Humanos, mas talvez não pelo fato de ser mista, e sim pelas práticas daquela Obediência.
Apesar da Grande Loja Unida da Inglaterra ter dado um sinal que pode ser positivo a longo prazo e que pode vir a influenciar as demais Obediências mundiais, a maior resistência não vem do “Velho Mundo”, e sim do novo: a maçonaria americana representa ¼ das Obediências Regulares e quase a metade de todos os maçons do mundo. E o conservadorismo americano, também presente na maçonaria, indica que o mais próximo de uma mulher adulta se reunir em um templo da maçonaria regular dos EUA é e será através da Ordem da Estrela do Oriente.
De qualquer forma, esse sempre será o grande paradoxo da maçonaria: acompanhar a evolução da sociedade, se modernizar, sem abrir mão das antigas tradições que tanto defende e preconiza. O que pode ser modernizado? O que deve ser mantido? Talvez esse seja o grande mistério da maçonaria de hoje.

28 comentários sobre “AS MULHERES NA MAÇONARIA

  1. Interessante, ''… reconhece a existência da Maçonaria Feminina e de que essas instituições são “regulares na prática”, apesar de não serem “regulares na origem”.''

    Como assim RECONHECE, não é ilegal, pois fere os Landmarks?

  2. Rafhael, "reconhece a existência". É como Palestina e Israel. Todo mundo sabe que ambos os Estados existem, mas alguns países reconhecem a existência de um e não reconhecem a do outro como um Estado.
    O fato da GLUI reconhecer a existência da Maçonaria Feminina não implica em tratados, relações, visitações, amizade, etc. Apenas significa que os membros da GLUI estão autorizados a considerar a Maçonaria Feminina como parte integrante da Maçonaria Universal.

    1. De forma alguma se reconhece que “faz parte”. A GLUI reconhece a existência, ou seja, sabe que existe, e, para o bem da humanidade, sabe que alguns assuntos precisam ser tratados com a maçonaria feminina. Mas não existe isso de “faz parte da maçonaria universal”. Maçonaria espúria é o mesmo que você se vestir de bombeiro, comprar um carro vermelho e pintar a marca, e até às vezes salvar algum gatinho preso na árvore; mas você não é um bombeiro de fato.

      Kennyo Ismail – Jaldomir, sugiro informar-se melhor a respeito. Afinal, estamos falando da Obediência que já iniciou travesti com registro civil de mulher, etc. Por acaso, o bombeiro de fato deixa quem está “brincando de bombeiro” usar seu batalhão para “brincar”? Creio que não. A GLUI não apenas declara que reconhece duas Grandes Lojas Femininas na Inglaterra como regulares na prática, como também oficialmente permite que suas Lojas aluguem seus templos para as Lojas dessas duas Grandes Lojas Femininas. E ainda menciona as duas em seu website oficial. E agora? O buraco é mais embaixo…

      1. Mano Kennyo, é uma novidade essa informação de que a GLUI (pelo que compreendi do contexto da resposta) já iniciou travesti. O Ir.’. pode disponibilizar a fonte da pesquisa? O máximo que encontrei, salvo engano, foi de um espião do rei Luís XV que travestia-se e foi iniciado em uma Loja inglesa. É sobre isso que o mano está dizendo?

        Kennyo Ismail – Mano Henri, esclarecendo a questão: após anos de uma carreira militar (masculina) de sucesso, o então Chevalier d’Eon resolveu se declarar mulher, exigiu então ser tratado por Madame d’Eon e viveu como mulher por mais de 30 anos, quando veio a falecer. No entanto, as fofocas de que ele teria se disfarçado de mulher em missões secretas na França e na Rússia só surgiram depois que d’Eon se assumiu como travesti e essas fofocas se mostraram infundadas. D’Eon chegou a ser Segundo Vigilante de sua Loja e sua vida pública como mulher foi motivo de críticas e piadas à Grande Loja dos Modernos.

        1. Acho que eu não fui muito claro na minha questão. A pessoa que você se refere como travesti iniciado na GLUI é o mesmo Chevalier d’Eon que eu citei na minha pergunta anterior? Esse relato do Chevalier, eu vi no site da Grand Lodge of Scotland. Bom ano novo!

          Kennyo Ismail – Mano Henri, você viu que na minha última resposta afirmei que era mesmo o Chevalier/Madame d’Eor, né? Apenas esclareci que ele não apenas se travestiu para uma missão secreta. Esse boato surgiu somente depois que ele assumiu sua transexualidade. Ele viveu como mulher por mais de 30 anos. Houve inclusive uma determinação legal de que ela não poderia mais ir à França em roupas de homem, já que se declarara oficialmente uma mulher.

          1. Honestamente, mais ou menos, mano Kennyo. É que na sua resposta ao Ir.’. Jaldomir, você disse que a GLUI iniciou um travesti quando na realidade o Chevalier d’Eon tornou-se travesti anos depois de ter sido maçom ativo. Conforme o site da Grand Lodge of Scotland, bem antes dele assumir o seu papel de gênero feminino, ele tinha deixado a Maçonaria. Mas, como o Ir.’. já deu os esclarecimentos à essa questão, fica por encerrada a polêmica. Todavia, o mano há de concordar que se eu não tivesse levantado a questão, ficaria vaga essa desinformação de que a GLUI iniciou um travesti, quando na verdade o Chevalier ainda assumia o seu papel de gênero como cisgênero. Capisce? 🙂

            Kennyo Ismail – Mano Henri, entendi seu raciocínio e respeito e aceito o fato de você julgar a minha mensagem como “desinformação”, optando por uma “informação” de maior peso, como da Grand Lodge of Scotland, como você fez questão de reforçar em suas mensagens. Mas sugiro que continue com suas pesquisas, não pare por aí. Você descobrirá, por exemplo, as imagens caricaturadas da iniciação de d’Eon, que ridicularizavam a Maçonaria por sua iniciação. Descobrirá os vários duelos que d’Eon, um excelente espadachim, venceu, contra senhores que haviam lhe ofendido por sua feminilidade, tanto antes quanto durante sua vida maçônica. Descobrirá ainda a revolta de Laurence Dermott, que critica a iniciação de d’Eon em sua Ahiman Rezon, escrita naquela época. Assim, parece-me claro que a sexualidade de d’Eon era assunto público antes de sua iniciação.

          2. Obrigado mais uma vez pelas dicas e desculpe o transtorno. Segue o que eu achei: “The Moderns, Dermott continues, […] it appeared that they admitted a woman called Madam D’E – [D’Eon]
            The so-styled “woman” was the Chevalier D’Eon…” Ars Quatuor Coronatorum – Being the Transactions…Volume III

      2. Sugiro ao Irmão Jaldonir, pesquisa na internet mesmo, sobre o documentário da Discovery History, chamado “Os Mistérios da Maçonaria”, onde inclusive membros da GLUI são entrevistados acerca da maçonaria feminina. Há uma relação bem amistosa.

        1. Djoni Filho, se sua fonte sobre maçonaria é “Discovery Channel”, então você está no lugar errado, e NUNCA FOI MAÇOM.

      3. Nunca nenhuma obediência regularmente constituída iniciou travestis. Kennyo Ismail, se é isso que você prega em suas palestras, então você é um péssimo palestrante. Estamos aqui para combater primeiro a mentira, depois a ignorância, os preconceitos e os erros. Suas mentiras não mais passarão.

        Kennyo Ismail – Jaldomir, somente vou respondê-lo porque, realmente, “estamos aqui para combater primeiro a mentira, depois a ignorância, os preconceitos e os erros”. E seu comentário foi mentiroso, ignorante, preconceituoso e errado. Como obediência regular, serve a Grande Loja da Inglaterra? Como fonte, serve o Museu Britânico? Segue: http://www.britishmuseum.org/research/collection_online/collection_object_details.aspx?objectId=1450272&partId=1
        Ou, se preferir uma fonte maçônica, pode verificar no AHIMAN REZON, a Constituição da Grande Loja dos Antigos, de Laurence Dermott, publicado pela Editora A Trolha. Há também diversas outras fontes maçônicas e históricas que confirmam a informação. Bastava você exercer o princípio maçônico da busca da verdade e pesquisar um pouquinho, antes de pré-julgar um irmão que você nem conhece como mentiroso, por pura ignorância e preconceito com o tema. Seguindo seu linguajar, aqui suas ofensas não mais passarão.

      4. Mulher na maçonaria seria um abismo caindo encontro abismo !rsos

  3. Outro exemplo:

    O Supremo Conselho Internacional da Ordem DeMolay reconhece a existência de apenas um Supremo Conselho brasileiro, no caso, o SCODRFB.

    Isso não impediu do SCODB insistir em funcionar até hoje.

    O "não reconhecer a existência" é tipo um "você pode estar ai(ou eu sei que você está ai) mas pra mim você não existe".

  4. Bom exemplo.

    TFA

  5. Muito Interessante o blog, estou lendo os textos como leigo, pois não tenho ligação com a maçonaria. Existe algum problema em participar ativamente do blog sem ser maçom? E participar ativamente digo comentar textos com a visão externa. E antes que pense que não tenho o que fazer, apenas gosto de conhecer ao máximo permitido determinados assuntos.

  6. O fato seria reconhecer não é o mesmo de legitamar.. reconhece a existência não a reconhece como legitima, acredito que seria isso..
    Mas e quanto aos princípios maçônicos de "igualdade"? afinal quem são os "iguais"?. seriam só OS e não AS?

  7. Apesar de as mulhres atuarem,hoje, em todas as áreas da sociedade(medicina, política,lrgislativa,justiça, cargos públicos em geral) demonstrando grande competencia e eficiencia, merecedoras de muito respeito e total confiança em suas funções,apesar de atuarem com muito afinco e amor nas “APJ” CAPÍTULOS ,BETHEL…,não vejo uma loja mista como normal.Talvez devesse existir lojas só para mulheres,não quebraria a tradição e permitiria as mulheres fazer um belo trabalho paralelo às lojas masculinas.

  8. Ao que me parece a Maçonaria evolui com os tempos atuais, sem perder suas tradições e o seu conservadorismo, ao permitir Lojas Maçônicas exclusivamente para as mulheres. Parabéns às lideranças Maçônicas !!! Sou admiradora desta maravilhosa Sociedade Secreta, a qual foi, é e sempre será respeitada por todos.

  9. A Maçonaria é uma Escola Iniciática, com uma filosofia de desenvolvimento moral, intelectual e espiritual. Portanto pode ter a participação de homens e mulheres, sem qualquer problema.

    Kennyo Ismail – Prezado Elton, como o primeiro parágrafo do texto diz: “Não há aqui a intenção de imprimir opiniões favoráveis ou contrárias ao ingresso de mulheres na maçonaria. O objetivo é de compartilhar informações e colaborar com a reflexão sobre o tema.” Creio simplesmente que o debate de um tema complexo como esse não se encerra com uma simples afirmação como a sua, desconsiderando totalmente todas as diferentes questões abordadas no texto e tantas outras mais, não presentes nele.

  10. A maçonaria feminina deverá se reorganizar para o grande seculo XXI para a paz e a união mundial.

  11. EU SOU INICIADA NA MAÇONARIA HÁ CERCA DE 20 ANOS. PERTENÇO A ORDEM MAÇÔNICA MISTA INTERNACIONAL LE DROIT HUMAIN, COM SEDE EM PARIS. AQUI NO BRASIL TEMOS A FEDERAÇÃO BRASILEIRA DA ORDEM MAÇÔNICA MISTA INTERNACIONAL LE DROIT HUMAIN. FUNCIONA NA RUA ALVARO ALVIM, 24 – CENTRO RIO DE JANEIRO. TEMOS VÁRIAS LOJAS EM TODO BRASIL. NO RIO DE JANEIRO SÃO 10 LOJAS.
    ESTAMOS NO MUNDO HÁ MAIS DE 130 ANOS.

  12. Boa noite!
    Citar os Land-Markes, e o mesmo que fazer julgamento aqui no Brasil, usando as Leis da Coreia.
    Os Land-Marks foram leis criadas para serem usadas em seus Países de origem, e não aqui no Brasil, aqui os adota quem quiser, não são leis obrigatórias, e o mesmo que julgar alguém, estando no Brasil, e usar as Leis da Coreia.
    Quanto a Mulher na maçonaria, gostaria que me informassem, porque então o GOB, a maior Potencia Brasileira, tinha inúmeras Lojas Femininas??
    Um forte abraço em todos.
    kim
    (kimcostar@hotmail.com)

    Kennyo Ismail – Kim, sem entrar no mérito da questão feminina, que, desde o início, procurei deixar claro que não há a intenção de discuti-lo, farei apenas considerações quanto ao seu comentário: 1) a analogia do Brasil usar leis da Coreia foi infeliz. Isso porque não existe apenas um compêndio de Landmarks e sim dezenas. Cada Obediência pode adotar sua própria compilação, assim como cada país tem suas leis. No entanto, há leis universais, comuns “ao Brasil e à Coreia”, e até mesmo leis internacionais. Uma delas é essa. 2) O GOB – Grande Oriente do Brasil nunca teve Lojas Femininas.

    1. Há uma confusão muito comum de que o GOF – Grande Oriente Feminino – é o braço feminino do GOB, o que não é verdade. Assim como a Grande Loja Maçônica Mista do Brasil não é braço das Grandes Lojas Maçônicas, nem da CMSB.

  13. Boa noite, sou mulher e gostaria muito de entrar na maçonaria tradicional participando das mesmas reuniões dos homens sem distinções. Não vou insistir no que já sei, o mundo não muda, nem as pessoas que da maçonaria participam. Mas gostaria de compartilhar outros valores, conhecimento, boas amizades. Estou cansada de vivenciar o meu mundo do jeito que ele é.
    Atenciosamente

    1. Você pode vivenciar algo que compartilha os mesmos valores, sem ser a maçonaria, mas guardando intima relação com ela, Rosalene.

      É a Estrela do Oriente.

  14. Eu como mulher sempre tive grande curiosidade sobre a maçonaria é agora feminina…acompanho e estou a entrar na golf maçonaria feminina aqui sendo assim gostaria de receber mais informações.

  15. Bom dia!
    Meu caro.
    Vou tentar explicar da seguinte maneira:
    Os Land-Marks foram Leis criadas para serem respeitadas, assim como todas as leis criadas no Mundo.
    Mas não existe uma Lei Mundial, as leis são sazonais, assim sendo, estando no Brasil, não podemos impor o cumprimento da lei criada no Afeganistão como exemplo.
    A maçonaria não e Mundial, Mundial e apenas a sua filosofia.
    A maçonaria Brasileira tem seus próprios land-Marks que são as Constituições maçônicas, que permite acrescentar algum Land-Mark simbólico de outros Países, mas isto e opcional de cada Potencia, já que temos diversas, cada uma faz sua própria opção, não existe nenhuma obrigatoriedade de seguir nenhum land-Mark de outra Potencia.

    Kennyo Ismail – Isso está melhor explicado e comentado, desde 2011, no link: https://www.noesquadro.com.br/termos-e-expressoes/o-que-e-landmark/

  16. O Maçon é livre e de bons costumes sendo assim,acho que existe o Tribunal maçônico,o Corpo Litúrgico de estudos e o bom senso dos homens. A mulher já nasce com as partes,espiritual,psicológica e sociabilidade,mais adiantada que o o homem .Ela e mais perfeita que o homem porque ela da a vida é a morte,quando nasce seu filho ela já sabe que um dia vai ter o fim aquela vida,o homem usa o Nexo,a razão,a mulher usa Plexo a emoção o sentimento o amor é a intuição é mais perfeita que o homem,ela não precisa da maçonaria.

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